Começaram as inscrições para o Campus Party Brasil 2009. A minha inscrição já foi feita. Você não vai perder, vai?
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Campus Party Brasil 2009
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Especial Carreira: a alternativa empreendedora
Fonte: it Web.
Oportunidades e conjuntura econômica abrem caminho para se investir em negócio próprio. Iniciativa requer técnica e planejamento
O ambiente para o empreendedorismo no Brasil não é nem de longe o mais amigável ou favorável do mundo. A pesquisa Doing Business, do Banco Mundial, aponta que a abertura de uma empresa no País demora cerca de 122 dias e o fechamento outros 131. A mortalidade das empresas é outro fator que assusta: de acordo com o Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) duas em cada dez organizações deste tamanho fecham as portas até o segundo ano de vida. Apesar de serem 98% dos negócios no País, as micro e pequenas empresas representam apenas 20% do Produto Interno Bruto (PIB) e 2,3% do volume das exportações.
Somadas a perspectiva da Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software (Softex) de que até 2012 devam existir um total de 230 mil vagas de trabalho no segmento de tecnologia com as estatísticas do Ministério da Ciência e Tecnologia, de crescimento do déficit de mão-de-obra na ordem de 11% até 2009, estes fatores poderiam colocar a idéia de se ter um negócio próprio como segunda ou terceira opção para um profissional da área ou fazer com que um empreendedor desista de seu negócio.
No entanto, o cenário é positivo. A economia brasileira cresce abaixo da de outros países emergentes, mas a um ritmo estável – 5,4% em 2007 e previsão de 4,8% em 2008. E ainda: o Brasil atingiu o grau de investimento em duas agências de classificação de risco; o dólar barato estimula e facilita a aquisição de equipamentos de tecnologia.
Além disto, a sanção da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e outras iniciativas do governo para facilitar o acesso ao crédito e a atividades de pesquisa e desenvolvimento, por exemplo, têm contribuído para melhorar a posição do Brasil no ranking de países empreendedores do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) (hoje ocupamos a 9ª colocação) e para a queda na mortalidade das empresas – eram seis a cada dez em 2000, de acordo com o Sebrae. Abrir uma empresa na área de TI, então, torna-se uma oportunidade bastante viável. Mas surfar a onda do negócio próprio demanda muito cuidado e dedicação.
Primeiros passos
Empreender por oportunidade significa enxergar uma brecha no mercado e correr para atendê-la antes dos concorrentes. Entretanto, uma boa idéia é diferente de um projeto estruturado, com avaliação consistente do mercado, de como o produto irá se enquadrar nas necessidades atuais e futuras dos clientes. “Hoje, sobram iniciativas, mas falta qualidade nos projetos”, comenta Sidney Chameh, vice-presidente da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP).
Por ter uma formação técnica, os empreendedores na área de TI acabam se focando apenas no road map do produto, sem prestar atenção no desenvolvimento de um plano de negócio, comenta Daniel Mello, diretor-comercial da GoMarket, empresa criada há um ano em Porto Alegre (RS) com o objetivo de prestar consultoria nas áreas de vendas e marketing para empreendimentos hospedados em incubadoras. De acordo com ele, o horizonte de um planejamento deve variar de um período de três a cinco anos. “Falta conhecimento prático de ações de mercado, como transformar o produto em algo a ser vendido”, comenta.
Algumas disciplinas de gestão e de incentivo ao empreendedorismo começam a surgir nas grades das universidades. “As instituições públicas trabalham com o orçamento federal, não pensam em laboratórios auto-sustentáveis com transferência de tecnologia”, avalia o professor Luís Coelho, superintendente da área de inovação para a competitividade empresarial da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). “Elas captam muito na Finep para infra-estrutura laboratorial, de bolsas de pesquisa, mas desconhecem o lado de fomento a empresas e negócios”, completa.
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terça-feira, 19 de agosto de 2008
Vive de salário? Pense em um empreendimento.
Existem diversos tipos de renda. Algumas podem ajudar você a enriquecer, outras dificilmente o farão. Vamos examinar três tipos de renda: recebida, portfólio e passiva.
Por Renato Fridschtein
Com Jason Oman.
Afinal de contas, o que é riqueza? Qual o segredo da riqueza?
Diz–se que os reis de Portugal, na época dos descobrimentos, estavam cobertos de ouro, mas viviam vidas miseráveis. Eu sei que é um exemplo um tanto extremo, mas é o que diz a lenda.
Claro que você diria que uma pessoa que tem várias mansões, cada uma valendo milhões é rica, não diria?
Mesmo assim, esta pessoa pode se encontrar em uma dificuldade financeira qualquer e não conseguir se desfazer de nenhum de seus imóveis, porque são ativos de baixa liquidez (têm valor, mas nem sempre é fácil vendê–los ou o preço pode não ser o que ele gostaria que fosse).
Não meu amigo, nos dias de hoje, a verdadeira riqueza não é medida pela posse das coisas, mas no manejo das coisas. É no desfrute das experiências que está a felicidade. Melhor do que ter muitas coisas é viver como quem tem muitas coisas.
O que conta não é a riqueza em si, mas viver o padrão de vida dos ricos.
E o que é este padrão? Em algumas partes do mundo, você seria considerado rico por ter água encanada e todo arroz que quiser comer num dia.
Você é quem sabe qual o número que vai alegrar seu coração, mas seja qual for, para ser rico, você precisa de renda.
Tipos de renda
Existem diversos tipos de renda. Algumas delas podem te enriquecer com certeza, outras dificilmente o farão. Vamos examinar três tipos de renda: recebida, de portfólio e passiva.
A renda recebida é renda da classe média. É aquela que você recebe em troca de seus serviços, é o salário (do empregado), pró–labore ou retirada (do empresário) que você faz do seu trabalho. É o tipo de renda mais difícil de enriquecer, entre outras razões porque é limitada pelo tempo que você pode dar e altamente taxada de impostos. Além disso, se você deixa de trabalhar, a renda cessa.
A renda de portfolio é aquela que vem de investimentos. Ações, futuros, moedas, capitais. Hoje em dia, fala–se muito sobre a especulação no Brasil, mas a verdade é que o grosso do dinheiro em todo o mundo gira no mercado de capitais.
Umas dez vezes mais do que em produção.
Não estou dizendo que é certo ou errado, apenas que esta é a regra do jogo. Para jogadores realmente espertos, há muito dinheiro para se fazer no pregão e os peixinhos podem se juntar em clubes de investimento.
Na minha opinião, a renda passiva é a melhor fonte de renda.
Pode te enriquecer rapidamente. É a renda que vem de um empreendimento que você coloca em prática e − idealmente − não precisa fazer mais nada para a renda continuar a fluir.
Daí você procura outro empreendimento e refaz o processo. Logo, você estará enriquecendo. Um exemplo disso é um imóvel que você aluga. Uma vez alugado, idealmente, todo mês você recebe aquela renda. Você ainda terá de ouvir as reclamações do inquilino ou pode deixar até isso para uma agência.
Não estou dizendo para se demitir e cortar a única fonte de renda que você tem, se este for o caso, mas quero que você pense em formas de desenvolver as outras duas fontes de renda.
Resumindo:
- Renda recebida: renda da classe média
- Renda de portfólio: renda dos ricos
- Renda passiva: renda dos ricos
Uma dica para iniciar sua renda de portfólio: comece de maneira simples. Abra uma poupança e todo mês, coloque um determinado valor. Faça isso e nunca toque nesta conta, até estar pronto para outros investimentos.
Você tem algum hobby ou passatempo? Então para concluir, a dica de um milhão de reais: para conseguir uma renda passiva e ficar milionário, mergulhe em seu hobby e procure um problema comum às pessoas que cultivam este hobby.
Agora ache uma solução. Estude a questão, pesquise na internet, faça o que precisar, mas procure criar algo útil, que você possa transformar em produto e vender. Pode ser até mesmo um e-book. Desde que seja algo que você compraria, pode acreditar que outras pessoas também vão comprar.
Faça dinheiro até dormindo
Um amigo meu tem um projeto em que trabalhou 20 anos. Hoje, este projeto continua a gerar uma renda para ele, mesmo enquanto ele dorme.
Desde o tempo que ele completou aquele projeto ele tem tido outros projetos que criaram geradores de renda para ele.
Cada um deles prospera trazendo renda a cada mês, e todo mês.
A renda deste meu amigo vem de múltiplas formas. Ele não tem apenas uma renda. Ele faz o dinheiro chegar de diversas direções.
A melhor parte é que esta renda continua a chegar a ele, tanto se estiver trabalhando como se não estiver. Ele não tem apenas múltiplas formas de renda. Suas múltiplas rendas vêm de fontes residuais.
Ter uma renda residual significa que você recebe mesmo que esteja dormindo.
Meu amigo diz, “Se você não faz dinheiro enquanto dorme, você nunca vai ficar rico”. Isso porque ele sabe que um dos segredos mais bem guardados dos ricos é a criação de renda residual.
A chave é gastar seu tempo trabalhando em coisas que eventualmente se transformem em renda residual. Se não é assim que você passa parte de seu tempo agora, então, está na hora de começar… hoje! [Webinsider]
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Mais segredos sobre prosperidade no e–book Ciência Para Ficar Rico
Marketing para empresas de Software no curso Sucesso com Software.
sábado, 31 de maio de 2008
Convicção: Como criar uma empresa e "quase" igual a conquistar uma mulher
Resolvi copiar um post do blog do Fábio Seixas sobre empreendedorismo. Um post motivador que compartilho aqui no blog Sucesso com Software:
"Lembro-me do comercial do desodorante AXE que mostrava que bastava convicção para qualquer homem conquistar uma mulher.
Assim como na conquista amorosa, a convicção é um grande aliado nos negócios. Não creio que basta convicção para conquistar alguma coisa, mas ajuda muito. Ter convicção de que uma empresa será bem sucedida já é um grande passo.
Convicção nos ajuda a tomar decisões, a arriscar mais. O ditado "quem não arrisca não petisca" é a mais pura verdade.
Convicção se conquista com experiência e pesquisa. São pedaços de informações e sentimentos que montam a percepção de que algo tem tudo para dar certo, criando o embasamento necessário. A convicção de base emocional, sem embasamento, age como uma cequeira empresarial que nos impede de perceber que estamos indo no caminho errado.
Como tudo na vida, convicção em excesso é ruim. Não adianta simplesmente acreditar que algo será bem sucedido. Não basta convicção para que algo que não funciona passe a funcionar. Não adianta pensar que vender gelo para esquimó é um bom negócio. Simplesmente não é, por mais que você acredite que seja.
Então, perceba se sua convicção empresarial é emocional ou devidamente embasada. Se é em excesso ou na medida certa. E coloque ela para trabalhar para você.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Aumento de salário
Hoje recebi dois e-mails de leitores pedindo dica de como pedir aumento de salário. Sei que não tem nada a ver com a proposta deste blog e do curso, estas questões relacionada sobre carreira, mas depois de muito refletir cheguei ao consenso de que seria interessante escrever sobre o assunto, pois é bom também para o empresário.
A primeira coisa que um funcionário deve ter em mente, antes de pedir o aumento, é não mentir. Não chegar dizendo ao chefe que recebeu uma proposta melhor de emprego - a menos que seja verdade. Ainda assim, é preciso refletir se gosta da empresa onde trabalha, o que já realizou para a empresa e o que ainda pode ajudar a empresa a realizar. Depois de ter pensado tudo isso, ai sim será a hora de conversar com o patrão. Dizer o quanto gosta de trabalhar para a empresa, tudo o que já fez e tudo o que tem vontade de fazer pela empresa, para no final, dizer que precisa de um aumento para se sentir ainda mais estimulado a desenvolver um bom trabalho. Acredito que esta seja a melhor forma de pedir um aumento ou até mesmo uma promoção.
Mas o mais fundamental em toda esta reflexão, é gostar de trabalhar pela empresa e de seu serviço. É isso que toda empresa precisa: profissionais apaixonados pelo que fazem e que acreditam na empresa.
Fico olhando alguns professores. Professores ganham, em geral, muito mau. Concordo que tenham que fazer greves, reivindicar, etc. Mas sou radicalmente contra que dêem uma aula "mais ou menos" porque seu salário é "mais ou menos" e que não está contente. Se não está contente, não tem paixão pelo o que faz, que vá procurar outra coisa pra fazer, de preferência algo que tenha paixão e que satisfaça. Só não atrapalhe a vida dos outros por esta insatisfação.
Outra questão: muitos trabalham em grandes empresas que possuem planos de carreira. Hoje o salário médio de um analista de sistemas iniciante é de R$ 2.000,00 e de um Gerênte de Projetos iniciante é de R$ 3.500,00. Conforme a experiência, o salário é melhor. Imagine que um funcionário é contratado e faz apenas o seu serviço, e não procura aprender com os outros e fazer cursos, estar sempre atendo, conhecer a empresa e seus clientes, pensar em soluções não apenas para seu trabalho mas para todo o processo da empresa, se apaixonar pelo trabalho e pelo negócio da empresa, tabalhar seu marketing pessoal, etc. Quais são as chances de promoção de um funcionário que não faz nada disso? Pode até ter chances, mas serão mínimas.
Em um outro caso temos a seguinte situação: Um funcionário trabalha há anos em uma empresa. Derrepente entra um novato e em pouco tempo é promovido e ganha mais que ele. É ciúme na certa. Então resolve conversar com o chefe e o diálogo sai da seguinte forma:
- Bom dia Adamastor.
- Bom dia Gervásio, sente-se, em que posso ajudar?
- Bem, Adamastor, trabalho na empresa tem 5 anos e neste período nunca fui promovido. O Alexandre chegou aqui, tem 3 meses e já foi promovido. Gostaria de saber o que ando fazendo de errado.
- Sabe, Gervásio, amanhã vamos fazer um café da manhã especial para todos os funcionários da empresa e não sei ao certo o que podemos fazer. Fiquei sabendo que na esquina tem um caminhão de frutas, queria que você fossa lá ver se tem abacaxi.
Gervásio foi e quando voltou disse:
- Tem sim.
- E quanto que é?
- Não sei.
O Adamastor chamou o Alexandre à sua sala e deu a mesma tarefa. Alexandre voltou e teve o seguinte diálogo:
- Adamastor, tem Abacaxi sim, custa R$ 2,00 cada e não entregam descascado. E tem umas frutas de época que estão mais maduras e por serem de época são mais baratas e dá pra fazer um café da manhã mais interessante e gastando menos. Se quiser eles trazem tudo aqui amanhã cedo já preparado.
Ao ouvir isso Gervásio olhou para seu patrão e disse:
- Já entendi, obrigado pela conversa, vou voltar ao meu trabalho.
Seja qual for a situação, reflita e aja. Espero ter ajudado e lembre-se: esteja atendo, observe, aprenda sempre, não pare nunca.
E se resolver montar sua empresa, compre o Curso Sucesso com Software.
