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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Lições de 2009

O ano de 2009 se foi e esperamos que palavras como “crise” e “recessão” tenham ficado para trás, junto com ele. Tudo leva a crer que 2010 reserva um mercado otimista e propício a iniciativas empreendedoras. Nessa linha de raciocínio, o Blogging Innovation publicou um artigo bem bacana sobre as lições aprendidas no ano passado, com algumas dicas para encarar o novo ano que temos pela frente. Confira algumas delas.

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Quebre as regras: se você não estiver quebrando as regras com certa frequência, provavelmente já foi deixado para trás. Não pense que o que o fez ser bem sucedido ontem funcionará para sempre.

Adote as mídias sociais: O uso das mídias sociais podem ser uma vantagem favorável. Elas permitem que você se conecte com seus consumidores, demonstre pensamentos de liderança e recrute novos talentos ou ideias.

Comunicar para preencher o vazio: os empregados de hoje são cheios de dúvidas, medos e incertezas sobre seus empregos. Portanto, divida informações com eles, diga sobre como a empresa está indo e quais são os seus planos.

Estimule o pensamento estratégico: Ocorre quando toda organização age em conjunto com o planejamento estratégico. Ensine seus funcionários a anteciparem oportunidades e possíveis ameaças.

Faça da inovação um estilo de vida: inovação precisa fazer parte da sua rotina. Desafie o modo como você faz as coisas; batalhe por novos produtos e ideias.

5 Coisas sobre Empreendedorismo que nenhuma escola ensina


Sempre recebo e-mails de pessoas querendo abrir mão dos empregos e montarem suas próprias empresas. Claro que sempre aconselho a comprar o curso Sucessso com Software, rs.

Mas esta semana recebi um e-mail muito interessante que resolvo compartilhar com todos aqui:

Eu estudei na escola de propaganda e marketing mais desejada do Brasil: a ESPM. Nos meus quatro anos de ESPM eu nunca fui apresentado a uma matéria chamada EMPREENDEDORISMO. Eu nunca fui apresentado a nenhum tipo de aula sobre como abrir uma agência de propaganda, uma consultoria de marketing ou qualquer coisa do tipo.

Além das aulas, a ESPM oferecia algumas palestras esporádicas que reuniam frequentemente algumas das figuras mais famosas da propaganda brasileira mostrando os seus rolos de comerciais premiados em Cannes. A impressão que você tinha era de que sucesso significava ser premiado em Cannes, ou ter uma grande agência publicidade cheia de contas de cigarros, cervejas e carros.

9,5 em cada 10 amigos que estudaram comigo queriam trabalhar em grandes empresas e grandes agências. O sonho do ESPMer nos anos 90 era virar estagiário do Julio Ribeiro da Talent, mesmo que fosse para trabalhar de graça.

Eu estudei na ESPM no início dos anos noventa, e posso garantir a vocês que nada mudou em 15 anos. Tudo continua igual. A única diferença é que a molecada hoje quer trabalhar na África ou Agência Click ao invés de trabalhar para o Washington Olivetto ou Almap.

Eu acredito que as escolas de negócios deveriam ensinar, incentivar, promover e evangelizar o EMPREENDEDORISMO como caminho para os seus alunos serem bem sucedidos na vida.

Mesmo porque a Agência Click tem meia dúzia de vagas de estágio, e a faculdade tem 600 alunos.

Mas o quê exatamente as escolas de negócios deveriam ensinar sobre empreendedorismo?

1. Lidar com as pessoas. No final de uma faculdade de administração de quatro anos, os jovens passam seis meses fazendo um trabalho de conclusão de curso pasteurizado prá daná. A molecada segue o template que o professor recomenda: "fazer um documento completo com visão, missão valores, metas, números, swot, balanced scorecard, análise competitiva, tecnologia, estratégia, balancete etc".

A faculdade ensina que o jovem tem que ter um plano bem feito e bem estruturado para a empresa acontecer, e depois, basta implementá-lo para a coisa toda acontecer. Ledo engano. A escola esquece de ensinar que existe o componente pessoas nas empresas, e que esse recurso pode acabar com o super bem estruturado plano de papel.

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria "Aprender a lidar com seres humanos", onde a molecada será submetida a exercícios de campo onde terão que aprender a influenciar e engajar pessoas de diferentes formações e posições.

2. Ética. A molecada sai da escola sabendo o que são os 4Ps do marketing, mas em nenhum momento são forçadas a refletir sobre as premissas que devem levar em conta ao escolher fornecedores para um determinado produto, formatar políticas de preços para diferentes tipos de clientes, e tratar as pessoas.

A faculdade "ensina" o jovem a desejar crescer na vida, mas não fala nada sobre como crescer fazendo o bem para os outros e para si mesmo. Crescer por crescer é a filosofia da célula do câncer!

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria "Ganha Ganha Ganha", onde a molecada é obrigada a participar de jogos, simulações e interações sobre a aplicação de diferentes éticas no mundo dos negócios.

3. Ter uma Vida. A grande maioria das pessoas que resolvem se tornar empreendedoras o fazem pensando que poderão levar a vida como bem entender. Entretanto, 99% das pessoas vão perceber logo no início que o negócio nunca fecha, e que o empreendedor nunca pode realmente abandonar a empresa na mão dos funcionários.

É incrivelmente difícil você levar uma vida balanceada quando você é dono do seu próprio negócio. Realmente difícil. Mas é possível. Eu conheço gente que consegue, e por isso acredito que é possível.

Família, filhos, estudos, viagens, saúde, exercício para o corpo, exercício para o o espírito são visões da vida que de alguma maneira precisam andar em conjunto com a empresa. É difícil, mas é possível.

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar a matéria "Vida Empreendedora" para ensinar os jovens a lidar com as diferentes cobranças que a vida terá sobre quem é empreendedor.

4. Risco. A verdade é que a grande maioria das pessoas entra em uma faculdade na esperança de sair de lá com seguro de vida que lhe garanta emprego, bons salários, mulheres bonitas e status. A grande realidade é que nada é certo, principalmente quando o assunto é empreender.

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS: Criar uma matéria chamada "Tudo ou nada" onde a molecada é levada por exercícios que as expõe ao risco de ter tudo ou nada, falar em público, fazer besteira, resiliência e muito mais.

5. Quando investir, e quando não investir. Empreendedor é tudo maluco. Sempre movido pela paixão, o cara visualiza uma idéia e sai fazendo as coisas sem qualquer estudo ou preparo, com isso se estrepa como ninguém.

Nem tudo é convergente, nem tudo é compatível, nem tudo é necessário. Não é porque você vende cartuchos de impressão que você deve vender impressoras.

Como saber se estamos focados demais (e deixando passar oportunidades) ou desfocados demais (e deixando escapar nossa especialização)?

Difícil saber, mas não impossível.

SUGESTÃO PARA AS ESCOLINHAS DE BUSINESS. Criar uma matéria chamada "Conquistar 50 territórios ou 3 continentes a sua escolha" onde o jovem será levado a aprender a como manter territórios enquanto avança mundo afora.

Escola nenhuma te ensina a ser empreendedor, as escolas te ensinam a ser funcionário.

Vamos mudar isso?

Tô saindo com uma tocha na mão para incendiar as escolas de negócios, quem quer ir comigo?

EMPREENDEDORISMO OU NADA!

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

10 erros de um modelo de negócios

Escrever um modelo de negócios é certamente o primeiro passo para aqueles que desejam seguir uma estrada empreendedora. Assim como uma estratégia de marketing eficiente e bem planejada para vendê-lo. Muita gente fala o que se deve fazer nessa hora. Mas o que evitar? Pensando nisso, vale a pena dar uma olhada nessa lista doInc. , que elaborou uma lista com os erros mais comuns cometidos por novos empreendedores.

1

Sabemos que você quer abraçar o mundo. Mas escolha um foco antes de começar a diversificar.

2

Para evitar o tédio de quem está lendo o se projeto, certifique-se de que todos os seus objetivos estão claramente explicados.

3

Não superestime o mercado. Se baseie em números reais para modelar suas ideias.

4

Não ignore a concorrência. A competitividade existe. Busque maneiras de se diferenciar no mercado.

6

Não seja repetitivo. Ninguém está interessado em ouvir sempre as mesmas histórias.

5

Evite jargões e termos muito técnicos. Opte por frases diretas e claras.

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Elimine contradições. Certifique-se de que todas as informações que estão no seu projeto são consistentes.

8

Apresentar um plano de soluções (em caso de possíveis falhas) é melhor que tentar vender a imagem de empresa perfeita.

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Não se deixe levar cegamente por outras opiniões. É importante escutar críticas e feedbacks, mas o plano de negócios deve ser o mais próximo do idealizado inicialmente por você.

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Planos de sucesso vêm em formas e formatos variados. Crie uma proposta diferente e imprima sua peronalidade nele.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A crise segundo Einstein

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.

A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.

A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.

Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Para pensar: Atendimento ao cliente é TUDO


Apenas um gesto para mudar a sua vida, nada mais...

Numa noite tempestuosa, há muitos anos atrás, um senhor idoso e sua esposa entraram no saguão de um pequeno hotel em Filadélfia. O homem levou a esposa até uma poltrona, e depois se dirigiu à recepção.

- Todos os grandes hotéis da cidade estão cheios. Por favor, vocês teriam um lugar para nós?

O funcionário explicou que, como se realizavam três convenções na cidade, não havia nenhum quarto disponível em nenhum lugar.

- Todos os nossos quartos também estão cheios - disse ele. Todavia, não posso deixar um casal simpático como vocês sair na chuva a uma da manhã. Estariam dispostos a dormir no meu quarto?

O homem replicou que não gostaria de privá-lo de seu quarto, mas o recepcionista insistiu:

- Não se preocupe eu me arranjo.

Na manhã seguinte, ao pagar a conta, o velho disse ao rapaz:

- Você é o tipo de pessoa que deveria gerenciar o melhor hotel do país. Talvez um dia eu construa um para você.

O rapaz olhou para o casal, e sorriu. Os três acabaram rindo e muito. A seguir, ele os ajudou a levar as malas até a rua. Dois anos se passaram e o recepcionista já se esquecera do incidente, quando recebeu uma carta daquele senhor. Nela ele relembrava a noite de tempestade, e incluía uma passagem de ida e volta a Nova Iorque.

Quando o moço chegou a Nova Iorque, o homem o levou à esquina da Quinta Avenida com a rua Trinta e Quatro e apontou para um enorme prédio, um verdadeiro palácio de pedras avermelhadas com torres e vigias, como um castelo de fadas elevando-se até o céu.

- Esse - disse o homem - é o hotel que acabei de construir para você tomar conta.

- O senhor deve estar brincando - falou o jovem, sem saber se devia ou não acreditar nas palavras do outro.

Não estou brincando não - respondeu o outro com um sorriso travesso.

- Afinal de contas, quem é o senhor? - Perguntou o jovem.

- Meu nome é William Waldorf Astor. Estamos dando ao hotel o nome de Waldorf Astoria, e você vai ser seu primeiro gerente.

O nome do rapaz era George C. Boldt, e essa é a história de como ele saiu de um pequeno e medíocre hotel em Filadélfia, para tornar-se gerente do que era então o hotel mais fino do mundo.

Astor sabia que a bondade demonstrada por Boldt fora espontânea, sem pensar em tirar qualquer proveito dela, e por isso teve início uma amizade que superou todas as barreiras de status social e financeiro.

O recepcionista, que certamente recebia apenas um modesto ordenado, decidiu ajudar um estranho por perceber a sua real necessidade. Mal sabia ele que estava cedendo seu quarto ao homem mais rico dos Estados Unidos.

Ele poderia muito bem ser apenas mais um homem de negócios, à procura de um quarto naquela noite tempestuosa e fria. Por outro lado, aquela semente de amizade, uma vez plantada, germinou para o recepcionista na forma de um cargo muito superior e de maior prosperidade financeira.

Moral da história

Aqueles a quem ajudamos, sejam pobres, ricos, de classe média, negros, brancos, amarelos ou pardos, muitas vezes apenas esperam de nós um apoio, uma palavra, um gesto de amizade. Se o fizermos com o intuito de obter lucro, já teremos recebido a nossa recompensa, e tudo termina aí. Mas, se nos mostrarmos generosamente solícitos, e compadecidos daqueles que nos rodeiam, seremos abençoados para sempre.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Para pensar: É melhor um cavalo rápido ou um lento?


Não faz diferença, o importante é estar no caminho certo.

Para pensar: Pessoas inteligentes

Peguei esta história no blog do Pedro Melo. Fala sobre inteligência. Aqui vai:

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 25 centavos e outra menor, de 50 centavos. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- ´Eu sei´ - respondeu o tolo.
- ´Ela vale duas vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda`.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
´O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente´.

E quantas vezes nós precisamos bancar o papel de idiota quando empreendemos! Se você ainda não conhece essa técnica, experimente ... faz milagres!

sábado, 10 de janeiro de 2009

2000inove, motive-se!

Ano novo. Estava aqui preparando a próxima edição do Podcast e percebi que escrevi nada sobre 2000inove. Sempre gosto de ano novo. É quando as pessoas fazem planos, estão motivadas a mudar, há um otimismo no ar de nova vida. É tanto assim, que esta semana foi uma semana só de orçamentos de projetos aqui na empresa. Os empresários estão dispostos a investir em inovação.

Como disse num post mês passado. Este é o mês de investir em propaganda. Há dinheiro em caixa e um grande otimismo. Mesmo com esta crise financeira mundial. E, puxando para o curso Sucesso com Software, este mês deve ser o mês ideal para adquirir o curso, quem já adquiriu dar uma nova estudada. Há um grande otimismo no ar. Devemos aproveitar. Não gosto de livros e coisas motivacionais, mas uma grande verdade é: quanto mais desejamos, o universo conspira a favor de nossos desejos. A seguir, uma história que serve como ilustração, publicado no site Motivação, escrito por Omar Souki.

E que 2000inove seja um grande ano a todos.

No filme À Procura da Felicidade, o ator Will Smith faz o papel de Chris Gardner, um vendedor fracassado de São Francisco, que vive no limite da pobreza. Ele encontra barreiras quase intransponíveis entre os médicos que visita, para os quais tenta vender seu produto: uma máquina de medir densidade óssea.

O personagem de Will deve meses de aluguel, mensalidades da escola do filho e não consegue acertar as contas com o Imposto de Renda. Para piorar a situação, sua mulher – cansada de trabalhar em vários turnos para colocar comida em casa – o abandona. Assim, Chris precisa criar o filho de cinco anos sozinho. A seu favor, ele tem apenas duas coisas: um otimismo inquebrantável e o sonho de se tornar analista financeiro. Para realizá-lo, participa durante seis meses de um programa de treinamento muito competitivo – e sem salário – no qual somente um, de um total de 20 candidatos, conseguirá ser efetivado.

A situação fica muito pior e Chris é despejado do apartamento em que vive. Passa a dormir nas ruas, em abrigos comunitários e até mesmo em banheiros de estações de metrô. Entretanto, ele jamais abandona o filho, a profissão de vendedor e seu sonho. Para onde vai carrega o menino, uma máquina e o livro que o orienta no estágio. Enquanto não está tentando vender, estuda ou brinca com o filho. Finalmente, consegue algumas vendas e pode respirar aliviado. Mas sua tenacidade é recompensada: é efetivado como analista financeiro e consegue a tão almejada felicidade.

O que mais fascina na história de Chris? A sua perseverança. Embora o filme seja baseado em uma história que realmente aconteceu, é raro encontrarmos pessoas como ele. Pelo contrário, muitos projetos são abandonados porque seus idealizadores acharam que não podiam, negócios são perdidos em virtude do medo de tentar mais uma vez. Como adquirir coragem para tentar mais uma vez – e sempre? O que fazer para desenvolver um otimismo semelhante ao de Chris? Confira quatro maneiras de levar seus projetos adiante:

1. Blindagem contra os pessimistas de plantão
A mulher de Chris não acreditava nele. Quando ele lhe disse que seria analista financeiro ela respondeu: “Por que você não vai ser astronauta?”. Em outras palavras: “Você ficou louco?”. Em vez de se entregar e dizer “é mesmo, você tem razão, eu sou um fracassado”, ele ia para a porta do prédio onde sonhava trabalhar e se inspirava no sorriso das pessoas, na forma com que se vestiam e em seus jeitos de ser. Enfim, ele queria ser um deles e acreditava que iria conseguir.

2. Jamais negue um favor
Embora pressionado por todos os lados e competindo ferozmente com os colegas de estágio, Chris foi capaz de manter, durante toda a sua luta, o domínio próprio. Mesmo com menos condições e menos tempo para estudar arranjava tempo para brincar com o filho e se mostrava extremamente solícito com clientes e superiores. Enfim, conseguia vencer o cansaço e focar sua atenção nas necessidades dos outros. Com isso, criou em seu entorno pessoas que torciam a seu favor e não contra.

3. Desapegue-se do passado
Em sua trajetória, Chris demonstra um incrível desapego. Durante o filme, foi despejado duas vezes, reduzindo suas posses a um filho, uma máquina de medir densidade óssea, uma mala e dois ternos. Mas seu sonho o fazia superar as dificuldades e ter força e vitalidade insuperáveis – como se já o tivesse conquistado. Não olhava para trás.

4. Agradeça sempre
No momento em que foi chamado para receber a notícia de que tinha sido o escolhido, Chris estava ocupado ligando para cada um de seus clientes, agradecendo por terem comprado ações dele. Para cada cliente, tinha uma palavra de agradecimento sincero. Ele estava agradecendo antecipadamente por algo que seus clientes tinham o ajudado a conquistar: a felicidade!

Aqui meus 1 milhão de obrigado a todos nossos leitores e mais de 1.000 alunos Sucesso com Software.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

`A fração de tempo entre um grande problema e uma brilhante solução´

James Bond, o agende 007.

História interessante.



Isso me faz lembrar de outra história: quando o homem foi ao espaço a Nasa queria algo que pudesse escrever no papel na gravidade zero. A caneta, normal, na gravidade fazia a caneta falhar. Então gastam-se milhões em pesquisas para desenvolver uma caneta para escrever na gravidade zero. A Rússia, resolveu o problema usando... o lápis.

domingo, 23 de novembro de 2008

Para pensar: Aprendendo a respeitar os outros...

Acabei de receber essa ótima estória...
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Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele se vira para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.
.
.
Moral da História:
Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente. Portanto, nunca julgue. Apenas tente compreender.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Sexta-feira. Motivação.

Na pesquisa que publiquei no blog um dos que responderam a pesquisa pediram textos motivacionais. Mas como uma imagem vale por mil palavras, vai ai 5 mil palavras de motivação.

Olha a força de vontade e vitalidade desse simpático e vitorioso cão...



E ainda hoje, logo mais, tem um podcast com as dúvidas postadas na pesquisa.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Um recado sobre a crise mundial

Replico aqui, na integra, texto publicado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi em anúncio de página inteira nos principais jornais do país neste domingo.

"Crise. Você prefere com o sem açúcar?

Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas as malditas já nos surpreenderam diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando algumas dessas esquinas da vida. Algumas, foram provocadas pelo petróleo, outras, pela Rússia ou pela China, a maioria, gerada internamente, já que em matéria de crise, o Brasil, sempre foi auto-suficiente. A tal ponto que, se não chegamos a ser fraternos amigos – nós e a crise- também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.

Nenhuma crise é igual à outra. Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil está no seu melhor momento economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com as suas instituições tão garantidas, para encará-la.

Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase u século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo.
Então o que nos resta fazer?

O óbvio é termos medo, nos enclausurarmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim, esperarmos, até que ela passe.

Demitir, cortar investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe!

Mas também há inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por quê? Porque ninguém a disse antes, vai saber.

E é aí que reside o intuito deste nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito neste exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todos fazem, todos professam e todos aconselham.

O intuito deste anuncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essas sim, querida amiga em todos os nossos céleres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale na nossa cabeça, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra este poderoso inimigo, que tão facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.

O intuito deste anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro,a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país.

E também é o intuito deste anúncio demonstra que um marketing original é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresas precisa num momento de crise.

Nós acreditamos piamente nisso.

Esse é o nosso óbvio.

Acreditamos que se esse não é o momento de inovar, que outro será? Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?

Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo?

Uma grande idéia, única, diferente do óbvio, sempre foi e sempre será o detentor mais valioso – e menos oneroso – para se mudar a história, o humor, a fé, a determinação e o otimismo interno de uma empresa.

É isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro de hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudara contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.

Crise nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes.

O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela.

De pé, ou de cócoras.

Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise, pode ser café pequeno para os homens.

Nós gostamos com açúcar."