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domingo, 2 de agosto de 2009

Wiki: Melhorando o atendimento do público interno e externo

Hoje vou falar das vantagens de ter um Wiki da empresa ou do software. O Wiki surgiu em 1995 e se popularizou com o Wikipédia, a maior enciclopédia colaborativa do mundo. Muitas empresas estão adotando a ferramenta wiki para seu publico interno (funcionários) e seu público externo (clientes, fornecedores, parceiros, etc). Um bom exemplo é o Wiki da Locaweb. Nós que temos site hospedado por eles, o Wiki da Locaweb é uma mão na roda. Dê uma olhada: http://wiki.locaweb.com.br/pt-br/P%C3%A1gina_principal

Aqui na Ramos da Informática começamos a montar nosso Wiki, por enquanto para o público interno. Em breve devemos expandir também para o público externo e vamos divulgar nosso wiki.

As vantagens de criar um wiki empresarial são várias:

  • Criação de uma base de conhecimentos colaborativa.
  • Redução no tempo e custo de atendimento aos clientes.
  • Redução no tempo e custo de treinamento e tira dúvidas do público interno e externo, principalmente com novos colaboradores.
  • Aumento na produtividade da empresa.

Estas são apenas umas das diversas vantagens de um wiki empresarial. Uma empresa de software pode colocar toda a base de conhecimento de seus softwares e serviços no Wiki e incentivar funcionários e clientes a consultarem as informações publicadas para solucionar problemas do dia-a-dia, tornando uma ferramenta importante de consultas.

Mas e os clientes, eles consultariam o wiki da empresa antes de acionar o suporte? Sim, para isso basta incentivar o uso. Sempre que o suporte receber um chamado do cliente, antes de qualquer coisa é indicar o link da resposta no wiki da empresa. A constancia do uso de wiki pelo suporte aos clientes fará que, com o tempo, eles passem a consultar antes de acionar o suporte da empresa. O empresário também deve incentivar seus colaboradores a alimentarem o wiki da empresa. Mas não basta apenas incentivar, tem que deixar uma pessoa responsável por verificar todas informações ali geradas, antes de serem aprovadas e criar um manual de redação para a publicação no wiki empresarial. Existem diversas formas de incentivo.

As empresas de software não devem encarar o wiki como um manual de um software, mas como uma base de conhecimentos em eterna transformação para que tenha realmente uma grande funcionalidade, tanto para seu público interno, como para o público externo. A vantagem do Wiki é que pode-se definir usuários, níveis de usuários e pode definir um público interno e externo para seu conteúdo. Servindo de suporte para ambos.

Também pode ser gerado um wiki para os desenvolvedores internos, onde eles podem escrever sobre a parte técnica do desenvolvimento e, algumas partes deste wiki dos desenvolvedores pode ficar ativa para os clientes, assim eles podem acompanhar o que está sendo desenvolvido para o software por eles utilizados e fazer sugestões.

Testamos algumas soluções open-source de wiki antes de implantarmos aqui na empresa. Como falei, por enquanto é interno e pretendemos lançar para o público externo assim que estiver com bastante base de conhecimento. Dentre os testados, aprovamos este aqui:
http://www.mediawiki.org/wiki/MediaWiki/pt muito fácil de instalar e cheio de recursos.

domingo, 21 de junho de 2009

Marcas no Twitter: Dicas de como criar e manter um Twitter Corporativo

Fonte: Fábio Seixas TXT

O Twitter está crescendo no Brasil e ganhando matérias em periódicos importantes. E como em tudo que começa a cair nas graças do povo, as empresas naturalmente já voltam sua atenção.

No Twitter não seria diferente. Nos últimos meses a quantidade de empresas entrando tem crescido muito, são os Twitters Corporativos. Nada mais natural.

No entanto, tenho visto várias empresas cometendo vários erros ao conduzir sua presença no Twitter. E como responsável pelo Twitter corporativo mais seguido do Brasil, me senti na obrigação de esboçar aqui um pequeno guia de como as empresas podem utilizar bem o Twitter.

11 atitudes para uma boa presença de uma marca no Twitter:

1- Entre devagar
Esse talvez seja o erro mais comum das empresas: a tentação de entra arrebentando a boca do balão. Melhor começar devagar, aprendendo a plataforma, como as coisas funcionam, como seus usuários reagem à presença da sua marca no Twitter. Melhor entender isso com poucos seguidores do que fazer besteira com muitos.

2- Nunca seja um "Agressive Follower"
Nunca siga pessoas em grande volume (Agressive Follower) com a intenção de que essas pessoas te sigam. Isso vai contra a política de uso do Twitter e normalmente ações como essas são detectadas e as contas são suspensas. O Twitter chama isso de Spam, sendo a ação de seguir grande volume de pessoas considerada uma má prática. Leia mais sobre spam no Twitter aqui.
A melhor estratégia para arrecadar seguidores é gerar conteúdo de qualidade, que as pessoas queira dar reply ou retweet.

3- Faça broadcast
E conversaçãoTwitter é uma ferramenta de broadcast E de conversação, ou seja, além de servir para espalhar informações e novidades (broadcast) serve também para manter um diálogo entre as pessoas e a sua marca. Se você usar o Twitter só para divulgar notícias e ofertas deixará de aproveitar boa parte do que ele tem a oferecer, nesse caso entrar na conversação e engajar pessoas.

Twitter é uma ótima forma de dar personalidade à sua marca e a conversação é o caminho para isso. Mais sobre personalidade abaixo.

4- Siga quem te segue
Em se tratando do Twitter de uma empresa, é simpático que a empresa siga quem a segue. O Twitter de uma empresa tem função diferente de um Twitter pessoal. Enquanto no pessoal a principal função e permitir que você acompanhe as atualizações das pessoas que você acha interessante, no Twitter Corporativo a intenção é manter contato com o maior número de pessoas possíveis. Uma empresa não precisa, necessariamente, acompanhar pessoas que ela acha interessante. Quem gerencia o Twitter Corporativo já faz isso em sua conta pessoal.

Outro ponto importante é que o Twitter Corporativo serve como uma ferramenta de atendimento ao cliente e sendo a funcionalidade de Direct Message muito útil. E só pode mandar um Direct Message quem é seguido pelo destinatário.

Então, não há problema algum, tanto do ponto de vista de etiqueta, quanto do ponto de vista do termo de uso do Twitter, de seguir uma grande quantidade de pessoas desde que estes já sejam seus seguidores. O melhor exemplo aqui é o Twitter do Barack Obama.

Vale lembrar que o inverso nunca deve ser feito, ou seja, seguir pessoas só para que elas tenham conhecimento que sua marca está no Twitter e passem a te seguir.

5- Publique conteúdo de qualidade
O princípio básico do Twitter é seguir as contas que trazem conteúdo interessante. Ninguém quer seguir um Twitter que seja chato. Portanto, publique informações interessantes sobre a sua empresa, sobre o nicho no qual ela está inserida. Divulgue links mesmo que não sejam links apontando para o site da sua empresa. Pense que o importante é fornecer coisas interessantes aos seus seguidores.

6- Faça atendimento à cliente
SAC no Brasil é sinônimo de problema, de dor de cabeça. Basta lembrar das experiências com as empresas de celular. Eu acredito que SAC é uma excelente oportunidade de fazer marketing. Se você tem um SAC fantástico, que preza pelo excelente atendimento, o Twitter é uma ótima forma de mostrar isso para o mundo. O Twitter te dá a oportunidade de fazer um atendimento, resolver um problema, publicamente, de forma que outras pessoas podem perceber a qualidade do seu SAC mesmo não tendo precisado contacta-lo.

Mais cuidado! Seu SAC deve ser muito bom. Se seu SAC é muito ruim, melhor nem entrar no Twitter.

7- Faça promoções
O povo adora promoções, sorteios, pequenos concursos. E não preciso dizer mais nada. :)

8- Seja pessoal
Participar do Twitter cria a excelente oportunidade para você dar personalidade à sua marca. Na maioria dos casos, na cabeça das pessoas marcas são apenas marcas. Mas no fundo, marcas são pessoas, são seres humanos fazendo aquela marca acontecer. No Twitter, é possível mostrar quem são as pessoas por trás das marcas. Um ótimo exemplo? CEO da Zappos

9- Responda sempre (ou quase)
Num Twitter pessoal, é comum replies ficarem sem resposta. Já no Twitter Corporativo, é importante responder à quase todos. As pessoas precisam perceber que se elas iniciam uma conversa com aquela marca, a conversa irá adiante. Mas evite responder tweets com apenas "Ok", ou "Obrigado". Nesses casos, um Direct Message funciona melhor.

10- Ofereça conteúdo exclusivo
Porque seguir o Twitter de uma empresa? Porque aqui encontrarei coisas que não encontrarei em outro lugar. Esse é um bom apelo para conquistar seguidores fieis.

11- Escute e aprenda
O que de melhor podemos tirar do contato com o público? Como podemos melhorar. Então escute e aprenda.

Quem quiser seguir essa e outras idéias, pode seguir meu Twitter pessoal: @fseixas
E quem quiser acompanhar um bom exemplo nacional de Twitter corporativo, sugiro o do @Camiseteria. :)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Estratégia online reforça seu produto na prateleira

Seu produto ou serviço está nos pontos de venda e ao alcance do consumidor. Veja como o apoio de um bom site pode fazer a diferença na percepção do público.

Por Caroline Fülep

Que toda indústria tem que ter um site, isso todas sabem. Mas explorar de maneira objetiva e funcional todas as possibilidades do espaço virtual é tarefa que exige planejamento e muito trabalho.

O resultado final de um projeto bem feito, entretanto, é sempre visto com bons olhos: a confiança conquistada. Se o consumidor confia na sua marca, confia nos seus produtos. E assim a relação flui naturalmente. Exatamente a mesma coisa que acontece quando confiamos em alguém.
Está lançado o desafio: conquistar um consumidor diante de tantas opções nas gôndolas dos supermercados. Para diminuir essa concorrência, o seu projeto de branding (processo de controle e gestão da qualidade de todos os pontos de contato da sua marca) já deve ter previsto anteriormente que precisa se diferenciar, inovar e focar - entre outros fatores.

Com essas informações em mãos, o site pode se tornar um poderoso acesso do seu consumidor à sua marca.

Fale

Nas embalagens o espaço é restrito e a informação precisa ser muito rápida. Na internet, o espaço é todo seu. Fale mais dos benefícios e diferenciais do seu produto ou serviço. Forneça informações relevantes e confiáveis de interesse do seu público em diferentes áreas. Saúde, esportes, viagens e cultura, por exemplo.

Crie um vínculo entre sua marca e esses assuntos e intensifique o processo de aproximação com o público alvo.

Mostre

Na internet, a gôndola é exclusiva e ilimitada. Depois de acessado, o site reduz drasticamente a concorrência enfrentada no ponto de venda. Explore imagens excepcionais das embalagens e fotografias profissionais dos seus produtos.

No site você pode promover a linha toda, levando o seu consumidor de um produto para o outro numa navegação agradável. Abuse (com bom senso) de todos os artifícios que possam despertar o consumo.

Mais recursos

No seu site, você pode veicular seu comercial quantas vezes quiser. Pode também criar um filme especial que não dependa de outra mídia. Pode mostrar a produção da sua indústria ou criar um ambiente virtual para interação. Tudo vai depender do seu planejamento, objetivos e quais as sensações que pretende causar no seu público.

Conte sobre a empresa

Falar da empresa, objetivamente, pode resgatar valores essenciais como a tradição ou informar sobre a tecnologia empregada. Informações relevantes sobre a origem do produto só acrescentam no processo de conquista.

Quem está na internet é para ser encontrado

Boas práticas usadas no desenvolvimento facilitam que o seu site seja encontrado (e visto) na internet. Muitas vezes isso implica em redução do uso de imagens e animações. É necessário analisar se é mais interessante atingir um público menor usando mais recursos, ou expandir para mais pessoas com algumas limitações gráficas. Converse com o seu desenvolvedor para saber mais sobre esses recursos.

Distribuição internacional

Sem nenhum custo extra sua marca estará em todos os computadores do mundo. Para isso, é preciso ser encontrada (item acima), estar disponível nos idiomas necessários e claro, ter um motivo pra tudo isso. Não adianta investir na divulgação na Tunísia se não há nenhuma possibilidade ou interesse de exportar o produto para esse país. Com tantas possibilidades muitas vezes é fácil perder o foco.

Diálogo com o consumidor

Nos modelos antigos de comunicação, este processo terminava quando a mensagem chegava ao receptor. Ex.: Seu anúncio dizia que o produto era bom e ponto final. Hoje, a mensagem volta em forma de elogio, crítica ou opinião e isso torna tudo diferente.

O consumidor cria expectativas em relação à promessa da sua marca e se ela não for cumprida, será alguém insatisfeito espalhando más notícias na velocidade que só a internet permite.

Aproveite o seu site para manter uma relação transparente e verdadeira com seu público. A internet permite esse diálogo com muita facilidade. Além disso, o monitoramento de tráfico é um artifício que só tem a acrescentar neste processo. Conheça as páginas mais visitadas e a origem dos seus visitantes, por exemplo. Use essas informações preciosas para produzir (e vender) mais e melhor.

O mundo está mudando

Por fim, o seu site permite que tudo isso seja mudado todos os dias. A internet está aí para facilitar que sua estratégia de fortalecimento da marca mude para acompanhar quem mais interessa neste processo todo: o seu consumidor final.

Fonte: Webinsider.

terça-feira, 17 de março de 2009

Para entender a Internet



Na Campus Party deste ano, o Juliano Spyer, referência em redes sociais no Brasil, pediu para 38 pessoas, de diferentes formações e com o interesse comum em cultura web, que definessem um tema/tag naquele instante e escrevessem um texto em 48 horas.
O resultado é este livro que já entra para a história da internet brasileira pelo seu conteúdo, seu formato e pela sua distribuição guerrilheira.

Editado em 1 mês, o “beta-livro” deve ter 3 mil downloads em 24 horas.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Por que investir em SEO se eu já estou entre os primeiros?

Com o crescimento que o mercado brasileiro de Search Marketing (SEM) vem conquistando nos últimos tempos, as empresas e profissionais da área acabam deparando-se, com certa frequência, com situações que já foram enfrentadas por outros segmentos, hoje já consolidados, quando ainda encontravam-se num estágio de afirmação.

Se existe, por um lado, um grupo de grandiosas marcas que já aceitam e compreendem este tipo de marketing, utilizando-o para a manutenção de sua presença digital – como Volkswagen, Tecnisa, Americanas, Claro, GOL e Nestlé – há um grande conjunto de empresas que não dispõem de verbas milionárias de marketing e que, por isso, possuem uma cautela muito maior em seus investimentos.

É comum que, entre esses anunciantes, que o primeiro passo só seja dado após uma movimentação por parte da concorrência, mas a falta de conhecimento no real retorno do marketing para mecanismos de busca dificulta esta tomada de decisão.Em diversos segmentos, já é visível a evolução da atenção dada às ações de Links Patrocinados – principalmente no último ano, mas outros serviços, como o SEO (otimização de sites para mecanismos de busca), ainda estão para dar seu salto na visão de algumas empresas.Ao apresentar um projeto de SEO, não é raro para um profissional ouvir do cliente que seu site “já é otimizado”.

Esta nomenclatura é dada frequentemente, da parte da empresa, simplesmente porque seu site está bem colocado nas buscas em alguns termos. Além disso, o serviço de SEO tem passado por uma certa popularização, e algumas técnicas de otimização (como a inclusão de alguns códigos descritivos na página, titles, metatags e coisas do gênero) difundiram-se de forma relativamente rápida no Brasil.

É importante considerar, contudo, que o SEO evolui rapidamente, e a cada dia novas técnicas e conceitos de otimização entram na cartilha dos que são realmente profissionais, demonstrando que ações pontuais (como a inclusão de alguns códigos) não dão resultados efetivos para um projeto consistente.

O SEO trabalha baseando-se em relevância de conteúdo, e tem como principal objetivo levar incremento de tráfego significativo a um website. Através do trabalho constante e que leva em consideração uma ampla gama de fatores, a otimização pode aumentar os totais de acessos em 100%, 300%, 500% e até 800%, dependendo do potencial de mercado e de cada empresa.

Dicas para saber se seu site merece um investimento de SEO

- Em sua ferramenta de Web Analytics, monitore o % de acessos ao seu site através de mecanismos de pesquisa;

- Se esse % for inferior a 70% procure um profissional da área de WebAnalytics ou SEO para fazer uma análise mais profunda, isso pode significar que você tem um grande potencial para um projeto de SEO;

- Verifique as palavras-chave que mais levam acessos ao site, se essas palavras tiverem uma ligação direta com o nome da empresa ou empreendimento, você tem bastante o que evoluir em relação a otimização para mecanismos de pesquisa;

- Caso as palavras-chave que mais levam acessos não estejam ligadas a seus produtos e negócios, então você está levando os visitantes errados ao seu site ;

- Faça pesquisas nos buscadores com palavras que não façam menção ao nome da empresa e/ou empreendimento mas que tenham ligação direta com seu produto ou serviço e veja se você esta presente na primeira pagina de resultados.

Exemplo de pesquisas para um hotel:
eventos em sao paulo
hotel sao paulohotel moema
pacote de nupciasespaço para eventos em sao paulo

O termo OTIMIZAÇÃO refere-se a atingir o resultado máximo que algo pode lhe proporcionar, seja em consumo, produção, venda ou performance. Um chiclete no balcão de uma loja de conveniência, um freezer de Coca-Cola gelada ao lado do caixa de supermercado, ou um site que esteja a um clique do usuário na hora certa, são alvos visando à conversão, divulgação e retorno para sua empresa e negócio quando o pensamentos e as intenções do consumidor estejam ligadas ao seu produto.

Otimização é isto. Sendo assim, otimizar um site não é incluir códigos e tags específicas nas páginas, mas entregar o resultado que o mercado permite para seu empreendimento, posicionando o seu site nos primeiros resultados dos mecanismos de pesquisa, gerando, assim, um incremento real de acessos e consequentemente de conversão on-line, seja ela um contato, uma solicitação de orçamento, uma venda efetiva ou uma reserva.

Faça suas analises e procure um profissional qualificado.
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Comece a seguir Felipe Igansi no Twitter

Fonte: Outrolado.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Na crise, acredite no Marketing de Guerrilha

Post publicado no blog de Guerrilha.




A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, nº 241, traz na capa 40 dicas para o pequeno empresário crescer na crise. E a dica 4, acima, sugere o uso de marketing de guerrilha.

Mas o texto da reportagem vai além, aconselhando o empresário investir suas reservas em criatividade ao invés da propaganda tradicional:

Em momentos de aperto econômico, como o atual, o marketing das empresas costuma ser jogado para segundo plano. Eis um grande equívoco, dizem os especialistas. “Justamente em períodos de contenção de despesas, quando a maioria dos empresários se esconde, é que se deve divulgar o negócio”, afirma José Eduardo Balian, professor de finanças da ESPM. “Está aí a grande chance de se diferenciar da concorrência”. Nem pense em gastar todas as suas reservas nos tradicionais anúncios publicitários. Aposte no marketing de baixo custo. Execute táticas que envolvam mais a criatividade do que o dinheiro“.

O engraçado, mas nem um pouco surpreendente, é o autor da matéria, Wagner Roque, colocar em lados opostos a criatividade e a propaganda tradicional.

Não é surpreendente porque em 2002, antes mesmo da consolidação do conceito de WEB 2.0, o livro “A Queda Da Propaganda - da mídia paga à mídia espontânea” já dizia, e levantava uma enorme polêmica, que o papel da propaganda não é ser criativo, mas sim informativo, e que a criatividade é função de quem provoca a mídia espontânea, uma vez que estes precisam encontrar formas de ser interessante a ponto de fazer sua mensagem ser falada em troca de nada.

O ponto é que empresas pequenas e, principalmente, as grandes corporações desperdiçam uma quantidade enorme de recursos ao não considerarem essa premissa básica: investir na comunicação de uma mensagem e não conseguir fazer com que as pessoas falem sobre a mensagem é jogar dinheiro fora. E para nós, guerrilheiros que por definição potencializamos os nossos recursos, é chocante ver coisas como:

# Estandes milionários em todo tipo de feira que ficam vazios e só são falados em programas jabazentos que mostram seu making of.

# Sites belíssimos, que demandaram hora$$ de programação, e dentro de uma web ávida por conteúdo e novidades precisam comprar posts em blogs para receberem links e serem acessados.

# Páginas e páginas e páginas de revistas com anúncios que não serão lidos e, muito menos, comentados.

Em tempo de crise _ quando dos catadores de papel de São Paulo aos times da NBA nos EUA, passando por montadoras e bancos, todos recorrem ao socorro financeiro oficial _ os governos dos países deveriam exigir como contrapartida nestes empréstimos, além do não pagamento de bônus aos executivos, que todo centavo investido em ações de marketing nestas empresas gere boca-a-boca. É tempo de fazer mais com menos.

Abs, Gfortes

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Descubra o que os Buscadores Podem Fazer pelo seu Negócio

A Impacta Tecnologia, de São Paulo - SP, possui palestras e eventos gratuitos. E uma das palestras com o tema "Descubra o que os Buscadores Podem Fazer pelo seu Negócio " você pode assistir baixando os vídeos aqui e aqui.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Novamente a crise... mas para o usuário final...

Há muito venho escrevendo aqui no blog sobre a crise. Mas a crise é bom para o setor de software, principalmente ao software nacional, que não é vinculado ao dólar.

Empresários, em geral, agora querem softwares que ajudem a controlar suas finanças, empresas, e que ajudem a melhorar o desempenho de vendas, como o CRM, reduzir custos como a automação de força de vendas, o VOIP, mensagens instantâneas, marketing, etc. Este é o momento ideal. Mas fique atento a dica que escrevi logo a baixo sobre o natal.

Mundando um pouco de assunto. A IBM fez um levantamento que indica tecnologias que devem mudar a vida das pessoas no futuro. São elas: energia solar, bola de cristal para saber o estado de saúde, internet "falante", assistente digital de compras e lembretes automáticos.

Este último me faz pensar em SMS. Já colocou esta opção nos lembretes de seus softwares?

Eu penso em softwares para a web, que é uma grande tendência, mas não o que vejo por ai, mas softwares on-line que rodam em browsers e em qualquer sistema operacional e com pagamentos mensais. O ruby on rails já estamos dominando, o Flex é que ainda estamos engatinhando e é ele o responsável por dar a sensação de software desktop na web. Isso me faz lembrar da época em que espravamos a nova versão do DOS, quando chegou o Windows(UAU!!) tivemos que abandonar nossas linguagens de programação para DOS e migrar para Windows, agora acontece novamente para a Web, uma pena ter demorado tanto com o uso de tecnologias realmente boas para a web, mas ainda estamos na frente. É quase uma volta ao passado. Mais informações sobre as tecnologias que estamos adotando nas palestras a baixo:

Sei que prometi não fazer mais propagandas nos posts, mas o assunto é crise e nada melhor neste momento que pensar o mercado de software e saber pensar e agir estratégicamente. Por isso, mais que nunca o curso Sucesso com Software é bom. Compre. Esta é a melhor época do ano.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Hospedagem gratuita

Que tal 1.5GB de hospedagem e 100GB de transferência grátis, podendo configurar seu próprio domínio? Esta é a proposta de www.000webhost.com tudo com suporte a PHP e MySQL, painel de controle CPanel, auto instalação de Drupal, Geeklog, Joomla, Xoops, WordPress, b2evolution, Support Logic Helpdesk, phpBB2, SMF, OS Commerce, ViPER Guestbook, Coppermine Photo Gallery, PhpWiki, PHPauction, WebCalendar e mais. E ainda um software de geração de site.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Estratégia de final de ano?

Chegamos a 1o. de Dezembro. Final de ano, natal. Nesta época do ano é comum diminuir as vendas de software de alguns setores, especialmente de comércio, devido ao fato de que as empresas focam seus esforços no Natal, que é uma das melhores épocas do ano para o comércio e indústria.

Com esta baixa das vendas neste período vemos algumas empresas de software baixando seus preços para atrair novos clientes e até fazendo publicidade neste mês. O que é um erro.

Neste período de baixa, mesmo que com uma promoção possa até vender, o empresário que contratar vai querer implementar somente após o Natal. Deve-se ficar atendo ao cenário pós natal e de reveillon, que é o mês Janeiro. Nesta época do ano os empresários comemoram os sucessos nas vendas do natal, fazem balanço do ano, e estão bastante otimistas e com planos de "ano novo". É uma época propícia para vendas de software e soluções de tecnologia. E o que é melhor: sem precisar fazer promoções. Além do mais, fazer publicidade no período de natal - isso quando o assunto é software - é um erro devido a quantidade enorme de publicidade do varejo e da industria, tirando um destaque que sua publicidade pode ter em outras épocas, como o Janeiro.

Então aproveite o período de baixa e clima de festas para melhorar seus softwares, lançar uma nova versão em Janeiro, estudar, investir em conhecimentos e novas tecnologias, planejar o ano de 2009.

Esta é a dica da semana.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Navegue por temas

Hoje o blog Sucesso com Software está enorme, com muito conteúdo, assim como o curso. Para facilitar sua navegação, navegue por temas:

No lado direito, tem a opção de "Categorias" onde você pode ver sobre: Plano de negócios, Contratos, Direitos de Software, Dicas, e diversas outras categorias divididas por assunto.

E não deixe de adquirir o curso, aqui, com agente.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Cinco dicas para sua empresa buscar a inovação

O termo criar, segundo o dicionário Michaelis, significa

Dar existência a, tirar do nada.

Ou seja, inventar algo, gerar uma idéia, conceito, solução, tendência de onde não existe nada. Ser 100% original.

Do outro lado do ringue, temos a palavra do momento, a tal da inovação. Já repararam a quantidade de empresas hoje que possuem um departamento (ou consultor) especialmente para inovar? Apelando ao bom Michaelis, temos:

Inovar: I. Tornar novo; II. Mudar ou alterar as coisas, introduzindo-lhe novidades.

Basicamente, na percepção deste que vos escreve:

- Criar é: um novo caminho.
- Inovar é: um novo jeito de caminhar.

As grandes empresas, por mais que continuem investindo, entenderam que ser 100% original sempre não é fácil (diria que é muito difícil, praticamente impossível) e sabem que o importante é conseguirem se reinventar quando necessário, agregando valor ao que, pela entropia normal do mercado, tende a se desvalorizar.

Todos são bombardeados com as mesmas informações e o diferencial acaba consistindo no trabalho mental realizado na absorção e aplicação das informações obtidas.

A criação, em seu sentido literal e mais profundo, definitivamente não te pertence mais! Pelo menos, infelizmente, para a grande maioria dos casos.

As empresas que têm um poder de inovação maior conseguem se destacar no mercado. Um exemplo básico? Apple e o seu iPhone. Inovaram na forma de se caminhar na estrada da telefonia móvel. (OK, o iPhone mesmo que não tenha recursos de outros smartphones, tem o remelexo de um Michael Jackson em seus tempos áureos, diferente da cintura de pedra dos outros aparelhos, o que o torna um parceiro bem atrativo).

A Apple contribuiu, neste caso, para a formação de um novo público, o qual é atraído cada vez mais pelo fator “usabilidade”, que torna target de seus produtos uma massa que até então estava bastante distante ou avessa à tecnologia.

Quanto mais fácil, mais vovozinhas e netinhas entram no bolo. Os números (e o frenesi) do mercado mundial falam por si só, não acha?

Se a sua empresa continua trabalhando com as mesmas premissas de cinco anos atrás, muito cuidado. O mercado muda em uma velocidade absurda e seus concorrentes com certeza já se apropriaram do conceito de inovação e, se ainda não lançaram mão, já planejam colocá-lo em prática.

Caso você ainda não tenha detectado nenhum movimento, aproveite e seja o primeiro. Veja o mercado como uma grande corrida de obstáculos, na qual ter a maior perna e o maior impulso não bastam, você também precisa de velocidade!

É importante destacar que, para o mercado, não necessariamente inovar é lançar algo novo. Possivelmente, inovar internamente também irá gerar resultados exponenciais. Afinal, quando melhora algum processo, reduz custos e agrega qualidade ao produto/serviço, você também cria uma nova percepção por parte do consumidor e fomenta ainda mais o acesso aos seus produtos/serviços por quem precisa deles. A inovação é um dos elementos do combustível que tornará seus produtos/serviços mais competitivos. Seja a inovação um processo realizado para dentro ou para fora da empresa, ou melhor, nos dois sentidos.

Como falar é muito fácil, vou deixar cinco dicas de como inovar, ou pelo menos, despertar esse sentimento em sua organização.

1. Convoque sua equipe e questione-os: como podemos fazer o que fazemos de maneira diferente, para melhor? Por mais que as pessoas (boa parte das organizações) sejam pagas para usar as mãos, muitas delas esperam as oportunidades de lhe oferecer suas mentes. Aproveite a chance!

2. Analise o que os concorrentes estão fazendo. Às vezes, quando você dá alguma idéia, outra pessoa acaba usando-a como trampolim para algo muito maior. Faça o mesmo;

3. Faça o fluxo reverso. Quando você tem o processo produtivo da sua empresa na cabeça, você acaba viciado pela cadeia de valor/processos. Inverta os papéis. Parta da necessidade do cliente, analisando como ele gostaria de interagir com seu produto/serviço;

4. Pergunte às pessoas de fora da empresa. Invista em pesquisas e fale com pessoas que não conhecem seu produto, como resolveriam uma determinada situação, na qual seu cliente em potencial se aplica. Pensar fora do quadrado é um dos pilares da inovação e talvez o quadrado seja justamente o limite imposto pelo seu conhecimento das rotinas e processos;

5. Por fim, crie uma rede de relacionamento com seus parceiros, os que geram produtos/serviços correlatos ao que você comercializa. Às vezes algum parceiro de processo percebe nuances do mercado que você mesmo não percebeu, pelo simples fato de que este é responsável por apenas uma parte do processo.
[Webinsider]

QueBarato e Pagamento Digital

Quanto mais aparecer, maiores suas chances de vendas. Principalmente na internet.

O BuscaPé, criou o QueBarato, um site de classificados on-line totalmente gratuito onde você insere seus anuncios com fotos e vídeos. Os resultados de visitas são bons. Além disto, o BuscaPé criou também o Pagamento Digital. Que é um site de intermediação de pagamentos. No QueBarato, além de anunciar você pode vender seus softwares on-line em conjunto com o Pagamento Digital.



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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Legislação sobre a distribuição de prêmios

Acordo hoje com e-mail de aluno do curso que está planejando um concurso entre seus clientes e novos clientes. O valor dos prêmios eu vi que passava dos R$ 500,00.

Quando o valor atinge os R$ 500,00 é preciso tomar cuidado, pois existem leis de regulamentação de premiações. As Lei nº 5.768, de 20 de dezembro de 1971, combinada com a Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003 são quem definem as regras.

Para saber mais detalhadamente sobre estas leis e tirar suas dúvidas, acesse o site da Caixa Econômica Federal, clique na opção desejada: Distribuição Gratuita de Prêmios, Sorteio Filantrópico ou Relação das Operações Autorizadas.

É preciso estar atento. Sei de empresas que, desconhecendo estas leis, são denunciadas por concorrêntes que conhecem estas leis.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Mais direitos

A partir de agora, os estagiários que tenham contrato com duração igual ou superior a um ano têm direito a 30 dias de descanso, preferencialmente durante as férias escolares. A norma está na nova Lei de Estágio (Lei 11.788/08), publicada nesta sexta-feira (26/9) no Diário Oficial da União.

Além disso, os dias de liberação previstos na lei serão concedidos, de maneira proporcional, nos casos de o estágio ter duração inferior a um ano. A legislação também prevê que o recesso deverá ser remunerado quando o estagiário receber bolsa ou outra forma de contraprestação. A informação é da Agência Brasil.

Quanto à duração do estágio, a norma determina que estudantes da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental só podem ser contratados para a carga horária de quatro horas diárias de trabalho. Os alunos do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular podem trabalhar até seis horas diárias e os estágios de 40 horas semanas destinam-se aos matriculados em cursos que alternem aulas teóricas e práticas.

A manutenção de estagiários em desconformidade com a legislação caracteriza vínculo de emprego para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. A instituição privada ou pública que reincidir na irregularidade ficará impedida de receber estagiários por dois anos.

As mudanças afetam, na prática, cerca de 1,1 milhão de estagiários do país, mas o universo de estudantes impactados é de quase 14 milhões. Seme Arone Júnior, presidente da Abres — Associação Brasileira de Estágio, diz que a lei vai dar segurança para as empresas contratarem mais estagiários.

“A inserção dos estudantes da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental (na modalidade profissional da educação de jovens e adultos) foi muito positiva. Anteriormente, só estagiavam alunos dos ensinos médio, médio técnico e superior", compara.

Segundo ele, uma mudança louvável foi a possibilidade de profissionais liberais de nível superior (com registro em conselhos regionais), como advogados, engenheiros, arquitetos e outros contratarem estagiários.

Apesar das mudanças, o presidente da associação acredita que o número de estagiários do nível superior será mantido (atualmente são 715 mil). No entanto, para ele, haverá diminuição significativa no ensino médio, por conta da restrição imposta a 20% do total de funcionários das empresas.

Para a advogada Maria Lucia Ciampa Benhame Puglisi, que já era contra a proposta desde a aprovação do projeto de lei, a equiparação das regras do estágio de nível médio regular com o estágio de ensino superior e a carga de trabalho de apenas seis horas por dia devem prejudicar o relacionamento entre empresas e estagiários.

“O maior problema é manter o estágio para nível médio regular porque o jovem não tem formação teórica”, defendeu quando o projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados.

Maria Lucia, que é integrante da Comissão de Estudos em Direito e Processo do Trabalho da OAB paulista, disse que é alto o índice de fraudes na concessão de bolsas a alunos do ensino médio.

A advogada registra que as fraudes em estágios no ensino médio atingem 95%, enquanto que o índice no ensino superior não supera 5%. “O estágio no ensino superior tem um controle muito mais rigoroso. Aqui no meu escritório eu tenho que apresentar relatórios mensais de produtividade para as faculdades”, contou na ocasião.

Para a advogada, é preciso formatar uma legislação que especifique as particularidades do estágio do ensino superior, do nível médio profissional e do nível médio.

O advogado trabalhista José Eduardo Haddad também se manifestou quando o projeto de lei foi aprovado. Segundo ele, o texto não poderia relacionar o estágio com profissões regularizadas por conta do desencontro entre teoria e prática.

Ele concordou com a colega Maria Lucia Puglisi sobre as fraudes nos programas de estágio. Como ela, reconhece que há um comprometimento maior entre as empresas e as instituições de ensino superior, que não reverbera no ensino médio e fundamental. Para José Eduardo Haddad, é preciso melhorar a fiscalização.

“Há fraudes e as empresas que trabalham corretamente serão prejudicadas. O que se deveria fazer é aumentar a fiscalização e não criar uma nova lei, por exemplo”, criticou Haddad na ocasião.

Sobre as dificuldades, José Eduardo Haddad aponta que o estabelecimento de cotas para estagiários nas empresas vai tornar o mercado mais restrito para os estudantes.

Clique aqui para ler íntegra da lei

Revista Consultor Jurídico, 26 de setembro de 2008

Empreender é correr riscos

Ser empreendedor é estar disposto a correr riscos. Achei estes versos que ilustram bem:

Corra riscos

Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor o seu eu verdadeiro.
Expor suas idéias e sonhos em público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer.
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.

Mas... é preciso correr riscos. Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...

Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são. Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza. Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...

Acorrentadas às suas atitudes, são escravas, abrem mão da sua liberdade. Só a pessoa que se arrisca é livre...

Arriscar-se é perder o pé por algum tempo. Não se arriscar é perder a vida...

Soren Kiekegaard

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Capitalistas de risco e angels.

, No curso Sucesso com Software, dedicamos uma parte sobre capitalistas de risco e angels e falamos de plano de negócios. O empreendedor de software, preparou todo seu plano de negócios e sua apresentação e é chegada a hora de correr atrás dos investidores. Neste momento temos dois lados:

Um apresentando seu negócio, falando de inovação, modelo de negócio, perfil do público; Outro falando de em diluir a participação do empreendedor, vender o negócio em 5 ou 10 anos, lançar IPO, etc. Muitas vezes estes dois não entram em acordo devido a um possível problema de comunicação. Muitas vezes o empreendedor não compreende o capitalista e vice-versa.

O que é possível fazer?

Se sua negociação chegou a este cenário ilustrado, procure um intermediador. Alguém que faça a ponte entre você e o investidor. Que possa traduzir o que está sendo dito a todos e que tenha experiência neste tipo de negociação. Assim, fica fácil pra todos.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Empresa 2.0 - Novos modelos de gestão

O Fábio Seixas do Camiseteria é um empreendedor da Web 2.0 de muito sucesso no Brasil. A seguir uma palestra dele sobre o tema. Ok, são só slides, mas dá pra entender bem.